quarta-feira, 16 de julho de 2014
Reunião com o Secretário de Estado da Cultura
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Serão boas contas quando não se mostram os números todos?
A Direção Geral das Artes anunciou no passado dia 12 de junho o primeiro Boletim Trimestral de Apoio às Artes (1), cujo objetivo é “reportar as atividades desenvolvidas pelas entidades artísticas apoiadas no âmbito dos programas de financiamento públicos em vigor”, a fim de “realizar uma análise evolutiva dos apoios e conhecer os impactos que provocam”.
A iniciativa é louvada pela Plateia na medida em que ajuda a contribuir para que a área da Cultura seja aquela em que o apoio estatal a entidades privadas é dos mais transparentes e exemplares em Portugal.
Todavia, ao folhearmos o boletim, não podemos de registar espanto por se terem omitido alguns números importantes.
Onde está a indicação do montante total de apoios às artes?
Onde está a indicação dos cortes no apoio às artes nos últimos anos - como os quase 23% de cortes em 2011 e 38% em 2012 - e que nunca foram repostos?
Onde está a indicação dos vários concursos de apoio às artes que não chegaram a abrir?
Onde está a indicação do corte de 15 milhões de euros previsto para 2014?
Porque é que se indica o número de estruturas apoiadas, mas não se indica o valor médio atribuído a cada estrutura?
Como é que é possível fazer uma “análise evolutiva dos apoios e conhecer o impacto que provocam” se não são referidos dados importantíssimos, como os montantes de financiamento médio e a sua evolução nos últimos anos? Ou sequer entender o impacto desse financiamento na sustentabilidade e qualidade dos projetos artísticos apresentados?
A informação é útil e importante quando é completa. Quando se fornecem apenas os números que são convenientes, deixa de ser informação e passa a ser propaganda.
quarta-feira, 4 de junho de 2014
Para Portugal acabar de vez com a cultura no orçamento de estado
quinta-feira, 22 de maio de 2014
CULTURA COM K7 (OU CD, OU MP3)
quarta-feira, 7 de maio de 2014
A PLATEIA colabora com o projeto BRAIN DRAIN
O questionário destina-se a cidadãos portugueses que têm habilitações académicas ao nível do ensino superior ou que exercem (ou tenham exercido) uma atividade profissional correspondente a esse nível e que:
a) Estão atualmente a trabalhar ou a viver num país europeu que não Portugal
OU
b) Já trabalharam ou viveram num país europeu que não Portugal nos últimos seis anos (2008-2013)
O questionário está disponível em https://inqueritos.uc.pt/index.php/138684/lang-pt e tem um tempo médio de preenchimento de 14 minutos. As respostas são tratadas de forma anónima.
segunda-feira, 5 de maio de 2014
O teatro e as indústrias criativas
Ao longo do debate, tentou compreender-se melhor o passado recente e avaliar os riscos e oportunidades com que se deparam as artes performativas, e em particular o teatro, face às mudanças de paradigma nas políticas culturais.