sexta-feira, 5 de setembro de 2014
Novamente a plataforma eletrónica da DGArtes
Mas a PLATEIA voltou a insistir, junto do Secretário de Estado, na imperiosa necessidade de desburocratizar o processo de autorização de alterações, extremamente pesado para os agentes e um absoluto desperdício do investimento de recursos, pelos contribuintes, na criação artística.
Reunião com a REDE
quinta-feira, 24 de julho de 2014
Pedido de audiência ao Primeiro Ministro
Gostaríamos assim, antes da discussão e aprovação do Orçamento de Estado para 2015, de expressar pessoalmente ao chefe do governo a nossa preocupação com os constrangimentos orçamentais do Senhor Secretário de Estado da Cultura e com o impacto que estes estão a ter no setor cultural e em particular na criação artística.
terça-feira, 22 de julho de 2014
A plataforma eletrónica da Direção Geral das Artes
A PLATEIA subscreve a necessidade de controlo dos recursos públicos afetados pelos programas de apoio às artes e reconhece o esforço e empenho dos técnicos da DGArtes. Mas lamenta a perda de uma relação próxima entre técnicos e agentes que anteriormente existia (próxima porque assente num conhecimento efetivo da realidade que se representa) e critica o desmedido, desproporcional e inútil esforço (planificar e relatar) de agentes e técnicos, que nada acrescenta em termos de gestão e controlo, sendo apenas um consumidor dos escassos recursos da administração pública e dos produtores privados.
Acreditamos que, com a colaboração do Senhor Diretor Geral das Artes, seria desejável e possível recuperar uma relação humana entre agentes e técnicos da DGArtes, em que a realidade não se confunda com a sua representação pela plataforma e em que os parcos recursos humanos dos agentes não sejam consumidos com uma kafkiana desproporcionalidade das obrigações de planificar e relatar.
quarta-feira, 16 de julho de 2014
Reunião com o Secretário de Estado da Cultura
quarta-feira, 18 de junho de 2014
Serão boas contas quando não se mostram os números todos?
A Direção Geral das Artes anunciou no passado dia 12 de junho o primeiro Boletim Trimestral de Apoio às Artes (1), cujo objetivo é “reportar as atividades desenvolvidas pelas entidades artísticas apoiadas no âmbito dos programas de financiamento públicos em vigor”, a fim de “realizar uma análise evolutiva dos apoios e conhecer os impactos que provocam”.
A iniciativa é louvada pela Plateia na medida em que ajuda a contribuir para que a área da Cultura seja aquela em que o apoio estatal a entidades privadas é dos mais transparentes e exemplares em Portugal.
Todavia, ao folhearmos o boletim, não podemos de registar espanto por se terem omitido alguns números importantes.
Onde está a indicação do montante total de apoios às artes?
Onde está a indicação dos cortes no apoio às artes nos últimos anos - como os quase 23% de cortes em 2011 e 38% em 2012 - e que nunca foram repostos?
Onde está a indicação dos vários concursos de apoio às artes que não chegaram a abrir?
Onde está a indicação do corte de 15 milhões de euros previsto para 2014?
Porque é que se indica o número de estruturas apoiadas, mas não se indica o valor médio atribuído a cada estrutura?
Como é que é possível fazer uma “análise evolutiva dos apoios e conhecer o impacto que provocam” se não são referidos dados importantíssimos, como os montantes de financiamento médio e a sua evolução nos últimos anos? Ou sequer entender o impacto desse financiamento na sustentabilidade e qualidade dos projetos artísticos apresentados?
A informação é útil e importante quando é completa. Quando se fornecem apenas os números que são convenientes, deixa de ser informação e passa a ser propaganda.