terça-feira, 21 de fevereiro de 2006

Plano de Actividades 2006

Quase findo o mandato dos primeiros corpos gerentes eleitos da PLATEIA, a Direcção considera estar-se num ponto de viragem em termos da acção que preconiza para a associação. Se neste mandato considera consolidados os aspectos da imagem e da importância institucionais, este é o momento de a associação se “virar para dentro” mantendo e rentabilizando o estatuto público já conseguido.

A PLATEIA é agora considerada

parceiro estratégico e privilegiado pelo ministério da tutela e demais entidades da administração central, pelos grupos e comissão parlamentares, e pelas organizações do sector;

interlocutor imprescindível pelos diversos agentes sociais sobre as matérias do sector das artes cénicas;

plataforma de apoio e reivindicação essencial pelos profissionais das artes cénicas que consultam e participam em várias acções da PLATEIA, mesmo quando não são membros da associação.

A Direcção considera então importante que no ano de 2006 a acção da PLATEIA se dirija mais especificamente aos seus associados, reorganizando a sua gestão.


VIDA INTERNA DA ASSOCIAÇÃO

Acompanhar e dinamizar as actividades de núcleos de associados, promover a circulação de informação sobre oportunidades de emprego, formação, financiamento ou outras, bem como sobre acções de nossos associados.

Para atingir estes objectivos serão utilizados os seguintes meios:

Manutenção e actualização da página/blog da PLATEIA;

Criação de uma newsletter informática de periodicidade quinzenal;

Organização de sessões de esclarecimento/formação sobre acesso a financiamentos alternativos aos do MC;

Apoiar o preenchimento de formulários e formalização de candidaturas principalmente a nível de programas pontuais e específicos.


VIDA PÚBLICA DA ASSOCIAÇÃO

Contribuição para a definição de políticas culturais estruturadas e estruturantes a nível nacional e local, defesa dos interesses sócio-profissionais dos associados e do prestígio das artes cénicas enquanto factor essencial de desenvolvimento, inclusivamente em termos sócio-económicos. Interessa ainda promover o reconhecimento, dignificação e valorização das artes cénicas que se criam e produzem na Área Metropolitana do Porto combatendo um centralismo que é antes de tudo político e põe em risco a fixação de um tecido profissional que existe quase só porque persiste.

As linhas de acção serão:

Apresentação de propostas e pressão política para a criação de um estatuto profissional;

Acompanhar a nova legislação de financiamentos do Estado e a implementação dos concursos;

Acompanhar a evolução da importância relativa da Cultura, reflectida no orçamento do ministério da tutela;

Promover a visibilidade da vida cultural da AMPorto;

Combater o centralismo nas políticas e nos agentes sociais com destaque para a imprensa;

Articular e debater a prossecução destes objectivos com outras associações do sector.

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