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Desde 2004 com o Rivoli no corpo e na alma

Grande notícia! A PLATEIA organizou uma vigília à porta do Rivoli! Aí, ao som de gaitas-de-foles, Rui Moreira, juntou-se ao protesto contra a Câmara Municipal e aceitou o microfone que lhe estendemos, sublinhando a importância do teatro municipal, enquanto espaço de liberdade, na política cultural da cidade Foi a 24 de julho de 2006. A imprensa nacional pode não ter registado a sua presença, Senhor Presidente, mas nós, que literalmente o fizemos passar entre a multidão e lhe  metemos o micro nas mãos, nós não esquecemos. PLATEIA, desde 2004 com o Rivoli no corpo e na alma 

O Teatro Municipal do Porto

O Porto não precisa de uma Guarda Pretoriana Tendo tomado conhecimento dos factos alegados pela Companhia A Turma, pelo Teatro Municipal do Porto e pela Regina Guimarães, a PLATEIA vem demonstrar o seu mais profundo repúdio por uma atitude em que o Teatro Municipal do Porto replica o que de pior caracterizou os três mandatos de Rui Rio. E o pior é que com o outro Rui, pelo menos as coisas eram às claras. Com este Rui, não. Durante 12 anos, o Presidente da Câmara, Rui Rio, ass umiu-se como o censor-mor da cidade, inserindo nos contratos de financiamento a seguinte cláusula: "[O segundo outorgante] deve abster-se de, publicamente, expressar críticas que ponham em causa o bom-nome e a imagem do município do Porto, enquanto entidade co-financiadora da actividade." Inconstitucional e digna de do déspota (mal) iluminado que geria a cidade, o articulado tinha a vantagem de deixar tudo em pratos limpos e pelo menos já sabíamos do que gastava a casa. Agora é mais complexo:...

acordo judicial entre a PLATEIA e a Câmara Municipal do Porto

Ao fim de dez anos de litígio judicial, a PLATEIA e a Câmara Municipal do Porto chegaram a um acordo para colocar fim ao processo que ainda corria nos tribunais administrativos. Recordamos que esta situação reporta às diversas ações (e respetivas providências cautelares) que a PLATEIA moveu contra a autarquia, opondo-se sistematicamente aos diversos formatos que assumiu a cedência do Rivoli Teatro Municipal ao empresário Filipe La Féria. A via judicial tinha também um profundo sentido político, o da oposição frontal ao abandono de um programa de serviço público associado ao teatro municipal. Por isso, com a mudança de executivo municipal, a ação judicial perdeu tanto o seu efeito útil como o seu contexto político. A PLATEIA saúda a normalização das relações com a autarquia e agradece, reconhecida, a todas os profissionais e companhias de teatro e dança que apoiaram e suportaram os custos destes processos judiciais, desenvolvidos em nome de uma ideia de cidade. Há dez anos ocupá...

PLATEIA saúda a reabertura do Teatro Municipal

Amanhã o Porto volta a ter um programa de verdadeiro Teatro Municipal. Para a PLATEIA - que durante os últimos 10 anos se bateu, inclusivamente nos tribunais, pela missão de serviço público do Rivoli - este não pode deixar de ser um momento de alegria e reconhecimento. Alegria pelo novo ciclo em que a cidade parece entrar, reencontrando um espaço para simultaneamente receber o mundo e se pensar a si própria para o mundo. Mas também o reconhecimento de que o novo executivo parece efetivamente cumprir os compromissos que assumiu durante o processo eleitoral. Aguardamos agora que, na discussão do orçamento municipal para 2015, sejam confirmadas as condições e recursos necessários para a continuidade do projeto que se inicia.

O Porto e a sua Cultura: esboços, modelos e incertezas

Na passada sexta-feira, 7 de março, a direção da Plateia reuniu com a vereação da Cultura da Câmara Municipal do Porto no sentido de partilhar a preocupação acerca do projeto do Teatro Municipal do Porto (Teatro Rivoli e Teatro Campo Alegre). Nessa reunião de cerca de 60 minutos - e em que também esteve presente a REDE -  foram apresentados aos representantes dos artistas da cidade ideias genéricas e apontamentos vagos do modelo de gestão para aqueles espaços culturais. Quase meio ano depois do início do mandato autárquico, tudo aponta para que existam apenas esboços sobre o que fazer com estes equipamentos. Em breve deverá ser aberto um concurso para diretor de programação do Teatro, mas curiosamente desconhece-se qual o orçamento e que modelo jurídico servirá estes teatros. O vereador do pelouro da Cultura, Paulo Cunha e Silva, afirmou que os modelos que irão ser criados terão a  expertise  e a marca do diretor nomeado. Reconheceu ainda que tem sido um ...

RIVOLI, E AGORA?

Por iniciativa da deputada Catarina Martins (Bloco de Esquerda) realiza-se na próxima segunda-feira , dia 21 de Fevereiro , às 18h , no espaço Maus Hábitos , uma mesa redonda sob o tema "Rivoli, e agora?" O Rivoli voltou no início de 2011 à administração directa da autarquia, com o abandono de Filipe La Feria, e está apenas com programação pontual, sem que se conheça qual a estratégia do executivo camarário para o teatro municipal. Este é portanto o momento para, além de fazer o balanço destes anos sem teatro municipal (e dos custos desta opção para a cidade e para o próprio teatro), debater qual deve ser a missão e o modelo de gestão para o Rivoli. Um teatro municipal não pode ser um espaço sem programa e sem estratégia. É isto que a Plateia sempre tem reclamado, apresentando uma proposta alternativa para a gestão do Teatro, recorrendo aos tribunais, onde os processos ainda correm. Temos de continuar a participar, a contribuir. Este é o momento . Contamos com todos. Divulgu...

IETM - Em busca do Plano C

Entre 15 e 18 de Abril, a PLATEIA esteve presente em Berlim, cidade sitiada pelas cinzas de um vulcão na Islândia, numa reunião plenária do IETM – Internacional Network for Contemporary Performing Arts. O IETM, que reúne habitualmente na Primavera e no Outono de cada ano, é uma organização internacional que agrega mais de 400 membros, de todo o mundo, ligados às artes performativas. Os membros são extremamente heterogéneos, entre companhias, empresas de produção, redes privadas e públicas, teatros nacionais e municipais, institutos públicos, membros individuais etc. Em comum todos parecem ter um forte empenho em partilhar práticas, informação, know how e, claro, facilitar eventuais possibilidades de parceria e produção. Será portanto entre esta imensa contaminação – cultural, disciplinar e produtiva – que se sublinha a importantíssima componente política e de cidadania que marca todo o trabalho da organização. E Berlim, cidade que nas últimas décadas se reinventou sucessivamente, apesa...

Neste Rivoli Não

A "Todos ao Palco" iniciou um processo de consulta junto das estruturas de criação da cidade do Porto, no âmbito das artes performativas. Pretende a Todos ao Palco que as estruturas apresentem propostas de espectáculos para o Pequeno Auditório do Rivoli. As propostas devem ser dirigidas a Filipe La Feria. Naturalmente a decisão de aceitar ou não este convite cabe a cada estrutura. E sabemos bem como é difícil encontrar espaços de apresentação na cidade do Porto. Mas a Direcção da PLATEIA não pode deixar de apelar, não só aos seus associados mas também a todos os criadores em geral, para que não aceitem este convite. Dizer que sim a esta proposta seria contribuir para a legitimação da política cultural da CMP e do actual modelo de gestão do Rivoli.

DIA MUNDIAL DO TEATRO 2008

algumas reflexões (1) «(…) É verdade que ao brincar demasiado com o fogo, o homem arrisca queimar-se, mas ganha igualmente a possibilidade de deslumbrar e iluminar.» Assim termina Robert Lepage a Mensagem Internacional que marca o Dia Mundial do Teatro em 2008. O Teatro será tão antigo quanto o Homem; mas são reconhecidamente tão antigos como o Teatro a paixão e o medo que ele desperta no Homem. Sabemos bem que o poder ama e usa o teatro como postal ilustrado vistoso com final feliz, sala engalanada ou animação do povo ;teme e combate o teatro arte, o teatro crítico, o teatro que inova, que confia na inteligência do espectador, o teatro que pode queimar mas também iluminar. (2) No Porto temos esse tipo de poder, o pior dos poderes personificado pelo Presidente do executivo, Rui Rio. Conflui com a sua acção segregativa de tudo o que é arte, um displicente e continuado esquecimento do Porto enquanto pólo de criação por parte da administração central. Com montantes de finan...

Nova acção judicial contra a Câmara Municipal do Porto

A PLATEIA avançou com nova acção judicial, junto do Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto, contra a Câmara Municipal do Porto. Recordamos que em acção anterior o TAFP já reconheceu a ilegalidade do acto administrativo que atribuía a gestão do Rivoli Teatro Municipal a Filipe La Féria. Contudo esta decisão acabou por não ter o alcance prático desejado pois a CMP manteve o actual modelo de funcionamento do Teatro Municipal invocando agora um contrato de direito privado. A PLATEIA veio agora solicitar ao TAFP a declaração de nulidade de todos os actos administrativos que levaram à celebração de contratos de direito privado entre a CMP e Filipe La Féria. Solicitando ainda que o Tribunal impeça a CMP de continuar a atribuir a gestão do Teatro Municipal através de contratos privados e fixe um prazo para abertura de concurso público para a gestão do Rivoli. A CMP já contestou a acção movida pela PLATEIA. Aguarda-se agora pela decisão do TAFP.

Urgente: Rivoli - nova recolha especial de fundos

Tal como requerido pela PLATEIA, o Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto (TAFP) considerou profundamente ferido de ilegalidade o processo adjudicatório promovido pela CMP decretando a suspensão de eficácia. O TAFP não atendeu no entanto ao pedido de limitação a um máximo de 45 dias /ano de espectáculos encenados, produzidos ou promovidos por La Féria no Rivoli por considerar suficiente a sua decisão para a defesa dos interesses da requerente PLATEIA. Sabemos já que, contrariamente ao que o juiz acreditou, não foi esta decisão suficiente para parar de imediato a exploração do Rivoli pelo empresário La Féria. A PLATEIA não pode por isso ficar por aqui... Além de um procedimento urgente junto do TAFP pedindo agravamento da sua decisão, corre prazo para ser interposto recurso. Estas novas acções processuais implicam novos custos e por isso uma NOVA RECOLHA ESPECIAL DE FUNDOS. Todos os que queiram contribuir devem fazê-lo para a conta com o NIB 0076 0000 3102 2412 1018 5,...

PLATEIA solicita ao tribunal a suspensão imediata da programação em curso no Rivoli

As declarações prestadas ontem pelo Presidente da Câmara Municipal do Porto revelam um profundo desprezo pelo poder judicial e pelos mecanismos próprios de um estado de direito. O Presidente da Câmara Municipal do Porto entende estar acima de qualquer decisão dos tribunais e pretende defraudar a lei através da criação constante de ficções administrativas em que os nomes se alteram mas tudo fica na mesma. Considerando que o presidente da Câmara Municipal do Porto não dispõe da cultura democrática necessária a um comportamento conforme às decisões declarativas do poder judicial, a PLATEIA vê-se forçada a recorrer a medidas mais drásticas. A PLATEIA dará conhecimento imediato das declarações do Presidente da Câmara Municipal do Porto ao Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto para que seja claro ao Senhor Juiz que a sua decisão corre o risco de ser esvaziada de qualquer efeito útil. E através de um mecanismo urgente solicitaremos ao tribunal a suspensão imediata da programação em curso ...

Tribunal dá razão à PLATEIA: a acção de Rui Rio no Rivoli é ilegal

O Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto pronunciou-se finalmente acerca da providência cautelar interposta pela PLATEIA relativa à concessão da exploração do Rivoli Teatro Municipal a Filipe La Féria. E tal como requerido pela PLATEIA o tribunal considera ilegal todo o processo de concessão do Rivoli Teatro Municipal. O Tribunal acredita que esta declaração de ilegalidade será suficiente para que a Câmara Municipal do Porto daí retire todas as consequências e cesse imediatamente o actual modo de exploração do Rivoli Teatro Municipal, sem que para isso seja necessário recorrer a medidas mais drásticas. A PLATEIA acredita também que o Executivo Municipal saberá retirar da decisão do poder judicial as respectivas ilações e cancelar todos os acordos que permitem a presença de Filipe La Féria no Teatro Municipal; Isto porque a presença de Filipe La Féria no Rivoli só se justifica em nome do processo hoje declarado ilegal. Mas se o Executivo Municipal não souber ou não quiser assumir o e...

Parecer do Ministério Público sobre o Rivoli-Teatro Municipal

Como foi amplamente noticiado um parecer do Ministério Público vem reforçar a posição da PLATEIA na sua luta contra o actual modelo de gestão do Teatro Municipal Rivoli. E antes de mais importa dizer que o Ministério Público decide pronunciar-se por considerar estar em causa um direito constitucional fundamental dos cidadãos: O direito de acesso à cultura. E o Ministério Público, que neste processo representa os interesses do Estado, considera que a CMP adquiriu o Teatro Rivoli para cumprir as obrigações de apoio às actividades culturais, a que as autarquias estão sujeitas nos termos da lei, tal como consta da escritura de aquisição do teatro. Considera ainda o Estado, através do Ministério Público, que “Ser a segunda cidade do país, implica a existência de um meio cultural criativo e de uma vida artística efectiva (…) com o objectivo de fomentar a diversidade e riqueza do debate de ideias que são hoje consideradas vitais para uma eficaz procura de níveis satisfatórios de bem estar ...

O Porto exige um Rivoli Teatro Municipal

A noite passada mais de mil cidadãos do Porto manifestaram em silêncio o seu descontentamento pela situação em que se encontra o Rivoli – Teatro Municipal. Foram mais de mil os “R” de Rivoli, a lembrar que nada está esquecido, nada está resolvido. Passaram já cinco meses sobre a entrada da Providência Cautelar da PLATEIA no Tribunal Administrativo do Porto. E nesta acção solicitávamos precisamente ao Tribunal que impedisse o que está neste momento a acontecer: O Rivoli - Teatro Municipal está a ser programado exactamente nos termos da candidatura apresentada pelo Sr. Filipe La Féria. Tudo se passa então como se o processo que levou à concessão do Teatro Municipal tivesse sido legal e transparente. Mas não foi. Acreditamos tratar-se de um processo em que se atropelaram de forma clara as mais elementares regras do nosso Direito Administrativo. E não podemos deixar de demonstrar a nossa preocupação com o Direito de Acesso à Justiça, que a Constituição consagra mas que a realidade nos pa...

Protesto Rivoli: convocatória

Porque nada está esquecido e nada está resolvido, e porque um Teatro Municipal deve ser palco da diversidade da cidade e do mundo e não pode ficar refém de uma agenda pessoal financeiramente extravagante QUINTA-FEIRA, dia 14 de Junho, também estamos no Rivoli. Junto à Praça D. João I, com um R na mão, das 20h30 às 21h30. Nem a chuva nem a tenda vip nos desmobilizam. Todos os que queiram participar devem dirigir-se às arcadas do Palácio Atlântico às 20h15, onde os "organizadores" (identificados com um R branco na roupa) indicam o local onde o protesto acontece.

Rivoli 14 de Junho: protesto silencioso

Porque nada está esquecido e nada está resolvido e porque um Teatro Municipal deve ser palco da diversidade da cidade e do mundo e não pode ficar refém de uma única proposta estética: a PLATEIA - Associação de Profissionais das Artes Cénicas associa-se ao protesto silencioso que terá lugar frente ao Rivoli no pŕoximo dia 14 de Junho às 20h30. Convidamos todos a juntarem-se a nós. Este protesto não se dirige a quem vai assistir à estreia que ocorre neste dia, nem perturbará de forma alguma o normal decorrer do espectáculo. Todos os que queiram participar neste acto devem permanecer sentados na Praça D. João I, de cabeça virada para o Rivoli, entre as 20h30 e as 21h30, em completo silêncio.

RIVOLI: PLATEIA apresenta acção cautelar

A PLATEIA associação de profissionais das artes cénicas apresentou ontem [19/01/06] no Tribunal Administrativo e Fiscal do Porto uma acção cautelar pedindo a suspensão de eficácia do acto decisório do Executivo Camarário de 22 de Dezembro último em que este órgão deliberou “celebrar um contrato de gestão do Teatro Municipal Rivoli, válido por quatro anos, com efeito a partir de 1 de Maio de 2007, (...), com o produtor Filipe La Féria (...)”. A PLATEIA considera que não foram asseguradas pela CMP a equidade e a transparência a que a Administração é obrigada nas suas relações com os administrados, valores basilares do sistema democrático e como tal consignados na Lei. Na acção ontem [19/01/06] interposta são postos em crise o tipo de procedimento adoptado para a concessão da gestão, a sua condução e o próprio acto decisório. A PLATEIA associação de profissionais das artes cénicas apresentou a proposta preterida “Rivoli – o Palco do Porto” (sinopse da proposta disponível em http://www.pla...

O Porto e o deserto

São cada vez mais frequentes os sinais da iminente desertificação cultural da cidade do Porto. A PLATEIA – Associação de Profissionais das Artes Cénicas tem vindo a alertar o poder local e central para esta realidade. Mas as autoridades tardam em perceber a situação e suas consequências. O desenvolvimento de uma região depende dos seus pólos dinamizadores. A Região Norte, que de forma preocupante continua a divergir do resto da União Europeia, precisa que a cidade do Porto assuma essa sua natural responsabilidade. E nenhuma cidade se desenvolve sem uma vida cultural activa que dinamize a população, construindo identidade e mundividência, e que a projecte na Região, no País e no Mundo. A política autárquica de hostilização dos agentes culturais é grandemente responsável pela preocupante situação em que a cidade se encontra. A Câmara Municipal do Porto não se limita a não apoiar a cultura na cidade, o que já de si é incompreensível e inaceitável nestes tempo e lugar. Tem ainda um discurs...

Rivoli - o Palco do Porto

Rivoli - o Palco do Porto é o nome da proposta para a gestão do Teatro Municipal Rivoli entregue em mão na Câmara Municipal do Porto, na manhã do dia 2 de Outubro, pela PLATEIA associação de profissionais das artes cénicas. A PLATEIA foi pública e activamente, desde a primeira hora, contra a intenção da autarquia de entregar ao benefício de privados um equipamento público, adquirido, intervencionado e equipado com fundos autárquicos e europeus. O Executivo deliberou e a proposta passou a decisão sendo inquestionável a sua legitimidade num quadro democrático em a maioria representativa define as regras que todos têm de cumprir. Esta verdade, contudo, não muda opiniões e convicções e, por isso, o exercício de uma cidadania consciente e participante obriga-nos a ser consequentes. A autarquia lançou uma consulta pública para a gestão do Rivoli abrindo-a a entidades empresariais privadas, não vedando à sociedade civil a apresentação de propostas perseguindo objectivos colectivos. É neste q...